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Praça do Japão

Inspirada nos clássicos jardins japoneses, a Praça do Japão é uma homenagem de Curitiba aos imigrantes da terra do sol nascente.Estão espalhadas pela praça 10 cerejeiras enviadas do Japão pelo império nipônico e 5 lagos artificiais nos moldes japoneses , duas cascatas, portal em madeira japonês, uma lanterna oriental, que é um monólito em pedra esculpida com 1,20 m de altura, monumento em comemoração aos 50 e 100 Anos de Imigração.O Buda no centro do lago marca a irmandade entre Curitiba e Himeji e transmite a paciência e arte dos japoneses no Brasil, desde 1908.

A praça abriga o Memorial da Imigração Japonesa e a Biblioteca Hideo Handa  é administrado por voluntários da Associação Nipo-brasileira de Curitiba (Nikkei). No espaço ocorrem várias atividades como ioga, Tai chi chuan,  meditação, soroban (ábaco japonês que propõe ginástica para o cérebro),  cerimônia do chá e ainda há lojinha de artesanato. Esporadicamente também são ministradas oficinas gratuitas – como de origami-, além de palestras.

Dentro do Memorial, há a Biblioteca Hideo Handa com livros em japonês e em português. Em uma área verde de 8.420 m², há 10 cerejeiras e um pinheiro japonês, estátua de Buda em resina, cinco lagos com carpas coloridas, gramado, duas cascatas, portal em madeira japonês, uma lanterna oriental, que é um monólito em pedra esculpida com 1,20 m de altura, monumento em comemoração aos 50 e 100 Anos de Imigração Japonesa no Brasil (18 de junho de 1958 e 18 junho de 2008, respectivamente) e a estátua Paz Nº 30.31, do artista plástico japonês Baku Inoue, em referência a bomba atômica de Hiroshima.

A praça é uma homenagem aos imigrantes japoneses que chegaram a Curitiba em 1910. A capital paranaense possui a segunda maior comunidade japonesa do Brasil, atrás somente de São Paulo, e hoje abriga mais de 32 mil descendentes de japoneses.

Em uma área arborizada de 14 mil metros quadrados, existem espalhadas pela praça 30 cerejeiras enviadas do Japão pelo império nipônico e 6 lagos artificiais nos moldes japoneses.

O Buda no centro do lago marca a irmandade entre Curitiba e Himeji e transmite a paciência e arte dos japoneses no Brasil, desde 1908.

A lanterna esculpida em pedra, foi doada pela assembléia legislativa de Hyogo, região japonesa co-irmã do Paraná, em 1979. A lanterna é um símbolo tradicional nos jardins japoneses.

A praça conta com o “Portal Japonês e o “Memorial da Imigração Japonesa”.

PRAÇA DO JAPÃO – É uma das mais novas de Curitiba. Foi construída pelo prefeito Iberê de Mattos, na Rua Sete de Setembro, no início da década de 1960, entre os bairros do Batel e da Água Verde, ficando bem no divisor de águas entre os rios Água Verde e Ivo. O logradouro é uma homenagem à colônia japonesa, que a usa em suas festividades e eventos, sempre prestigiados pelos curitibanos. Hoje, a praça é uma ilha cercada de arranha-céus, no setor imobiliário mais valorizado da capital.

Em 2018 foi concluída uma  obras na Praça do Japão que criou polemica com o abraço na praça por alguns moradores que julgavam transtorno com a nova operação.

Não houve alteração na praça, nem relocação de equipamentos urbanos ou vagas de estacionamento/taxi”, Para que a linha possa operar, o sistema viário do entorno é compartilhado com os ônibus biarticulados.

O semáforo de travessia próximo a Rua Francisco Rocha foi mantido, bem como  instalada uma faixa de pedestres elevada na via lenta da Avenida 7 de Setembro – sentido Praça do Japão, nas imediações da estação Bento Viana visando a orientar o deslocamento de pedestres no entorno da estação.

Paradores

São duas as linhas paradoras de ônibus biarticulados que circulam pelos eixos da 7 de Setembro e República Argentina passando pela Praça do Japão:  a linha 203 (Santa Cândida-Capão Raso) e a 603 (Pinheirinho-Rui Barbosa).

Desde o Santa Cândida até a estação Bento Viana, no Batel, a linha paradora Santa Cândida-Capão Raso faz o embarque e desembarque de passageiros num intervalo médio de 500 e 500 metros – são 16 estações e três terminais (Boa Vista, Cabral e Central). Hoje, a linha paradora atende a 90 mil passageiros/dia neste trecho (Santa Cândida / Bento Viana).

Nesse itinerário, o Ligeirão terá oito pontos de parada nos terminais do Santa Cândida, Boa Vista, Cabral e nas estações Passeio Público, Central, Eufrásio Correa, Oswaldo Cruz e Bento Viana. A expectativa é que a linha direta absorva 40% da demanda da linha paradora.

 

CONTATO Biblioteca – E-mail fshhanda@sme.curitiba.pr.gov.br: (41) 3342-2500 Memorial da Imigração Japonesa – E-mail praçadojapaocuritiba@gmail.com: S/ Telefone HORÁRIO DE FUNCIONAMENTOPRAÇA – TODOS OS DIAS 24H

– Segunda a Domingo : 00:00h às 00:00h

BIBLIOTECA HIDEO HANDA – SEGUNDA A SEXTA

– Segunda a Sexta : 08:00h às 17:30h

MEMORIAL DA IMIGRAÇÃO JAPONESA – TODOS OS DIAS (EXCETO DIA DAS MÃES, DOS PAIS, NATAL E ANO NOVO)

– Segunda a Domingo : 10:00h às 17:00h

Localização

Avenida Sete de Setembro , 5170 , Batel